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Interdição da ponte reacende cobrança por investimentos no Vale do Taquari

Por J. Saraiva

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Interdição da ponte reacende cobrança por investimentos no Vale do Taquari
A interdição total da ponte sobre o Rio Guaporé, no km 82 da ERS 129, entre Encantado e Muçum, voltou a expor a fragilidade da infraestrutura viária no Vale do Taquari. A Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) informou que a medida foi tomada após a identificação de comprometimento estrutural em um dos pilares da ponte. Não há previsão para a liberação do tráfego. Horas antes, porém, a própria empresa havia informado publicamente que as rachaduras existentes na estrutura não representavam risco.

Diante da interrupção, o colunista político do Jornal Força do Vale, Nolimar Perondi, defendeu a suspensão imediata da cobrança no pedágio de Encantado enquanto a principal ligação permanecer bloqueada. Para ele, a situação evidencia um problema maior, a falta de prioridade dada pelo poder público às obras estruturantes da região.

Perondi também recorda os sucessivos adiamentos na reconstrução da ponte sobre o Rio Forqueta, entre Lajeado e Arroio do Meio, e cobra esclarecimentos sobre o Bloco 2 de concessões rodoviárias. O projeto previa duplicações, terceiras faixas, acostamentos e melhorias de segurança, mas acabou sendo adiado durante o período eleitoral e, posteriormente, levado a leilão sem atrair qualquer interessado.

Para o colunista, os episódios reforçam a necessidade de ações concretas e planejamento para garantir segurança, mobilidade e desenvolvimento ao Vale do Taquari.

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