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Peninha é indiciado após defender retirada do direito de voto de evangélicos

Por J. Saraiva

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Peninha é indiciado após defender retirada do direito de voto de evangélicos
O jornalista e escritor Eduardo Bueno foi indiciado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul pelo crime de discriminação religiosa após declarações contra evangélicos em um vídeo publicado nas redes sociais. Na gravação, retirada do ar por determinação judicial, Peninha afirmou que evangélicos não deveriam ter direito a voto e classificou o grupo como “nefasto e desprezível”.

A investigação foi conduzida pela Delegacia de Polícia de Combate à Intolerância. Durante interrogatório, o jornalista optou por permanecer em silêncio. O inquérito foi concluído nesta quinta-feira e encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.

A defesa de Peninha sustenta que a manifestação ocorreu dentro dos limites da liberdade de expressão e teria caráter jocoso, sem intenção de promover preconceito religioso. Os advogados afirmam ainda que o indiciamento deverá ser contestado judicialmente.

O caso gerou forte repercussão nas redes sociais e reacendeu o debate sobre intolerância religiosa, liberdade de expressão e ataques a grupos religiosos no ambiente digital.

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