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Zucco denuncia manipulação eleitoral e defende investigação sem perseguição

Por J. Saraiva

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Zucco denuncia manipulação eleitoral e defende investigação sem perseguição
Luciano Zucco criticou o que chamou de tentativa de manipulação da opinião pública em ano eleitoral após o vazamento de mensagens envolvendo Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Para Zucco, estão tentando transformar um pedido de patrocínio privado para um filme em escândalo político sem qualquer prova de uso de dinheiro público, favorecimento estatal ou troca de vantagens. O deputado também reforçou a defesa de uma investigação ampla e isenta sobre o Banco Master, sem seletividade política.

Aliados de Flávio lembram que o caso envolve um projeto privado, sem recursos públicos, sem contratos com estatais e sem uso de leis de incentivo. O contraponto levantado por setores da direita envolve o filme Lula, o Filho do Brasil, lançado em ano eleitoral e financiado por grandes empreiteiras e grupos empresariais que posteriormente apareceram nas investigações da Operação Lava Jato.

Entre os patrocinadores do longa estavam empresas como Odebrecht, Camargo Corrêa, OAS, JBS e o grupo EBX, de Eike Batista. Críticos apontam que, na época, não houve a mesma pressão política ou midiática sobre os financiamentos ligados ao filme do então presidente.

“Querem transformar narrativa em condenação antecipada. Investigação tem que valer para todos, sem blindagem e sem perseguição”, afirmou Zucco.

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