O governador gaúcho Eduardo Leite segue no modo “decisão em análise” e promete escolher nas próximas semanas se renuncia ao cargo para disputar a eleição de 2026. O cardápio é variado: Presidência da República, Senado, ou quem sabe mais um pouco de suspense para manter o noticiário aquecido.
Leite não esconde o desejo de voos mais altos, mas também não fecha a porta para a poltrona do Senado, que neste ano oferece duas vagas e um convite tentador ao conforto institucional. Prudente, ele garante que nada será feito no impulso.
“Minha decisão não depende apenas de uma vontade individual. Ela envolve contexto, partido e uma construção coletiva”, disse o governador, enquanto o contexto observa, o partido aguarda e a construção coletiva pede prazo.
Até lá, o Rio Grande do Sul acompanha. E o país também. Afinal, decidir entre o Planalto e o Senado exige reflexão, agenda cheia e, claro, muitas reuniões para explicar que ainda não é hora de decidir.
Entre o Planalto e o Senado, Eduardo Leite afina o discurso e o espelho
Por J. Saraiva
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