Denúncia

Jessé quase toma uma coça em protesto da esquerda em defesa a Maduro

Por J. Saraiva

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Jessé quase toma uma coça em protesto da esquerda em defesa a Maduro
A esquerda radical mostrou de novo quem realmente é. Durante um protesto bagunçado e cheio de ódio em frente à Embaixada dos Estados Unidos, em Porto Alegre, o vereador Jessé Sangalli (PL) quase apanhou feio. Tentava passar com sua rodinha nas proximidades do ato quando foi cercado e virou alvo da turminha que se diz paz e amor.

Vieram chutes, empurrões e ofensas. Tudo isso vindo de quem vive discursando sobre paz, igualdade e democracia. Democracia, aliás, só serve quando concorda com eles. Quando alguém pensa diferente, a resposta é no grito, no empurrão e na intimidação.

O protesto, além de histérico, colocava em risco qualquer pessoa que passasse pelo local, principalmente quem não compactua com a defesa do ditador narcoterrorista Nicolás Maduro, preso pelos americanos. Para a esquerda, discordar virou provocação. Pensar diferente virou crime.
Jessé só não tomou uma coça maior porque foi socorrido a tempo por agentes da Guarda Municipal de Porto Alegre, que intervieram antes que a barbárie ficasse ainda mais feia.

Sindicatos, massas de manobra e militantes cada vez mais confortáveis com a impunidade estão se sentindo donos da rua. A fragilidade do discurso virou coragem para a violência. A esquerda tem se alimentado do ódio e, dia após dia, vai mostrando sua verdadeira face. Sem filtro, sem vergonha e sem máscara.

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