O senador Luis Carlos Heinze (PP) reafirmou seu compromisso com uma agenda conservadora baseada no respeito à liberdade de expressão e no fortalecimento do Parlamento como verdadeira casa do povo. Segundo ele, defender a democracia passa, necessariamente, pelo direito de questionar excessos e cobrar coerência das instituições.
Heinze destacou que é dever dos representantes eleitos observar quando o peso da lei parece recair com mais força sobre alguns do que sobre outros. Para o senador, esse debate não pode ser tratado como tabu, pois envolve o próprio equilíbrio do Estado Democrático de Direito.
Ele reforçou que não se trata de proteger culpados ou relativizar crimes, mas de garantir que a Justiça não seja seletiva e não se transforme em instrumento de perseguição política. “Quando a lei perde a imparcialidade, perde também sua legitimidade perante a sociedade”, pontuou.
Na avaliação do parlamentar, preservar a credibilidade da Justiça é essencial para manter a confiança da população nas instituições e assegurar que todos sejam tratados de forma igual perante a lei, independentemente de posição política ou ideológica.
Luis Carlos Heinze e a defesa da Justiça sem seletividade
Por J. Saraiva
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