O jornalista Eduardo Ribeiro, conhecido como Peninha, resolveu mirar sua artilharia contra os cristãos e acabou provocando uma onda de indignação nas redes sociais. Em um vídeo que rapidamente se espalhou pela internet, ele questiona o direito de voto dos evangélicos e tenta deslegitimar a participação desse grupo na política.
Segundo Peninha, se os fiéis não escolhem nem os próprios pastores, também não deveriam escolher representantes públicos. A fala, além de preconceituosa, flerta com um perigoso desprezo por um dos pilares da democracia: o voto universal.
Como se não bastasse, o jornalista elevou o tom ao afirmar que os evangélicos deveriam se limitar aos cultos e chegou a compará-los a animais, dizendo que deveriam “ficar pastando com o pastor”. Não é crítica, é ataque. Não é opinião, é intolerância disfarçada de comentário.
A reação foi imediata. Internautas apontaram que tentar calar milhões de brasileiros por sua fé não é apenas desrespeitoso, é um retrocesso incompatível com qualquer sociedade que se pretenda plural e democrática.
Ao que parece, Peninha esqueceu um detalhe básico: em uma democracia, ninguém precisa pedir autorização para votar, muito menos deixar sua fé do lado de fora da cabine eleitoral. Quem tenta definir quais vozes podem ou não participar do debate público acaba revelando mais sobre o próprio autoritarismo do que sobre aqueles que pretende criticar.
Peninha destila intolerância e ataca evangélicos
Por J. Saraiva
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