Como era de se esperar, o PT gaúcho correu para defender o indefensável. Em nota oficial, preferiu transformar a prisão de Nicolás Maduro em “agressão imperialista”, ignorando deliberadamente o óbvio: trata-se de um ditador acusado de narcotráfico, terrorismo e de arruinar seu próprio país.
O discurso é velho, carcomido e previsível. Quando a realidade bate à porta, os lacaios ideológicos de Lula escolhem atacar os Estados Unidos, invocar a Doutrina Monroe e posar de defensores do Direito Internacional, tudo isso enquanto fecham os olhos para prisões políticas, perseguições, censura, miséria e êxodo em massa do povo venezuelano.
Chamar a prisão de Maduro de “sequestro criminoso” é um escárnio. Criminoso é o regime que ele comanda, sustentado à base de violência, corrupção e alianças com o narcotráfico. Criminoso é romantizar uma ditadura enquanto milhões fogem da fome e da repressão.
O PT do Rio Grande do Sul repudia a prisão de um ditador, mas jamais repudiou as agressões cometidas por ele contra seu próprio povo. Essa nota não é sobre soberania, petróleo ou paz continental. É sobre fidelidade ideológica cega e submissão ao símbolo máximo do lulopetismo, que segue colecionando ditaduras de estimação.
A história já deixou claro de que lado estão. E, mais uma vez, não é do lado da liberdade.
PT gaúcho repudia prisão de Nicolás Maduro e reafirma fidelidade ao ditador 'crush' de Lula
Por J. Saraiva
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